Análise: The Swords of Ditto: Mormo’s Curse

Heya Players! A análise de hoje embarca em uma aventura incrível da Devolver Digital, The Swords of Ditto: Mormo’s Curse. Produzido pelo estúdio independente Onebitbeyond.

Lançado em 2018 para PC e PlayStation 4, e recentemente lançado para Nintendo Switch, chegou a hora da análise!

Here we go!

História

A Ilha de Ditto, é uma terra antiga, e que sofre uma maldição, a cada 100 anos uma feiticeira aparece para destruir tudo o que vê pela frente, com seu exército de monstros, essa feiticeira é chamada de Mormo.

Sempre uma criança é escolhida para se tornar “A Espada de Ditto”, ou seja, um guerreiro que deve salvar o povo de Ditto, da terrível vilã Mormo. Logo no início do jogo, você deve enfrenta-lá, porém irá falhar por não ter a experiência necessária e por não te-lá enfraquecido. Ao morrer, você reaparece com outro personagem, 100 anos após o ocorrido.

Como todo herói precisa de uma boa companhia ao seu lado, teremos uma barata para auxiliar em nossa jornada, e não se assuste pois Puku, a barata, é carismática e de muita utilidade ao longo do jogo, como se fosse o seu guia no mapa de Ditto.

Você terá 4 dias para salvar a Ilha ,mas poderá voltar no tempo em alguns momentos.

Jogabilidade

Como um bom roguelike, ao morrer no jogo, você perderá tudo o que conquistou até agora, mas calma! Ao morrer, você voltará como outro personagem, que deve andar até ao cemitério para recuperar algumas habilidades perdidas, e a espada de Ditto, para prosseguir na trama. Toda vez que se morre, a Ilha de Ditto, é levemente modificada, e as áreas são alteradas no mapa.

Empunhando uma espada, um disco, um taco de golpe, uma super mamona, arco e flecha, entre outras armas, até mesmo podendo jogar inimigos uns nos outros, The Swords Of Ditto inova em mecânicas e fluidez, a criatividade em batalhas é gigante, podendo o jogador decidir com quais golpes, e itens irá derrotar seus inimigos.

Gráficos

Para quem me acompanha na análises, deve ter percebido que jogos 2D são a minha paixão. The Swords of Ditto, me fez lembrar muito dos primeiros games de The Legend of Zelda. Porém os gráficos são mais carismáticos, não é atoa que uma das inspirações para o jogo foi Hora de Aventura, os personagens são bem animados e divertidos, tudo em desenho animado. Os cenários muito bem feitos, construídos proceduralmente, nunca serão iguais (como já mencionado, a cada vez que se morre, o mapa muda levemente).

Sons

Combinando com o visual do jogo, a trilha sonora puxa também para o estilo “desenho animado”, com músicas animadas. Quando o mundo está em paz, as músicas trazem a sensação de “o mundo está salvo”, mas se Mormo estiver no controle, as músicas serão mais densas, porém ainda animadas.

Veredito

Apesar de alguns bugs, e legs ao longo do game, The Swords of Ditto é um jogo que prende o jogador, apesar de parecer muito massante no começo, ao adentrar mais na história do jogo, percebemos que nenhuma luta contra a Mormo é igual, e que essa repetição é necessária. É uma grande experiência, pois a ideia de renascer como outro personagem a cada morte, é única.

A Ilha de Ditto traz grandes surpresas, além de sua narrativa ser excelente, e conseguir encadear com o visual, sons, jogabilidade, etc. Num todo o game cativa o jogador, levando em consideração alguns errinhos, você irá se apaixonar pelo mundo de Ditto. A Onebitbeyond estreou com grande estilo em seu primeiro jogo, e tem potencial para criar muitos jogos que irão prender o público de roguelike, metroidvania, entre outros estilos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *