Análise: The Legend of Zelda Link’s Awakening (Remake)

Uma obra de arte!

Olá players! Hoje lhes trago a análise de um dos melhores jogos já lançados para Nintendo Switch. The Legend of Zelda: Link’s Awakening.
O game nos foi fornecido pela loja Sydnei Games, que nos entregou o game mídia física na data de lançamento.

Here we go!

Uma aventura clássica

Zelda: Link’s Awakening é o quarto game da série ‘Zelda’, e foi lançado inicialmente para Game Boy, em 1993, aumentando as ações da Nintendo, o game foi considerado um dos melhores da franquia. Seu desenvolvimento teve início logo após a estréia de A Link to the Past (1991), o que seguiria na linha do tempo após esse game, e antes de Oracles of Seasons e Oracle of Ages.

Um dos jogos que mereceu um remake de respeito, com uma equipe excelente cuidando de todos os detalhes, para proporcionar aos fãs essa obra de arte incrível.

História

Link parte em busca de novas aventuras em alto mar, quando uma forte tempestade faz com que seu barco seja destruído, levando-o até a praia da Ilha Koholint. O herói é resgato por Marin, uma moradora da região, e abrigado na casa de Tarin. Ao acordar, Link é recepcionado por ambos informando o que aconteceu e onde ele está, Tarin lhe devolve seu escudo que foi encontrado na praia.

Para sair da ilha Link precisa juntar os oito instrumentos musicais e acordar o guardião Wind Fish, que está adormecido no topo de uma montanha.

GamePlay

No modo topdown 2D, controlamos o herói Link pelo mapa em busca dos instrumentos musicais, com a essência dos jogos da série, utilizando a espada, escudo, bombas, pá, arco e flecha, coletando itens como ruppes, hearts, etc. Em cada dungeon encontramos novos desafios, novos puzzles, e devemos estar com os itens certos para poder seguir em frente.

Quando foi lançado para Game Boy, algumas opções não puderam ser implementadas, devido as limitações do console, mas no Switch temos os botões R e B correspondem a seu escudo e espada, respectivamente, enquanto X e Y são designados para itens e habilidades que podem ser equipados, podemos também pular.

Alguns recursos foram adicionados no remake, como poder criar suas próprias Dungeons, e a opção de fazer marcações no mapa com vários ícones que sinalizam alguma coisa.

Gráficos

Ah os gráficos, um dos pontos mais fortes e mais incríveis desse remake. A Grezzo, empresa responsável por vários jogos da franquia de Zelda, fez um trabalho incrível e fofo em Link’s Awakening. Todos os personagens possuem uma simpatia cativante, os cenários são incríveis, todos os detalhes, as maças nas árvores, os detalhes da grama, dos bosses.

O game é bem colorido, e nos traz um gráfico diferente do que já vimos em outros jogos da série, e no geral também.

Comparação entre os jogos 1993 / 2019

Sons

Um dos poucos jogos com a trilha sonora sem uma orquestra, Ryo Nagamatsu criou as músicas utilizando um instrumento de sopro, o que deixou o game ainda mais incrível, além da mudança em seus gráficos, o estilo da trilha sonora ficou perfeito unindo os dois pontos.

É incrível como uma trilha sonora pode fazer tanta diferença num jogo, em todos os jogos no geral, para mim é uma das partes principais da criação de jogos. A trilha sonora merece uma atenção muito especial, e foi o que a equipe fez em todas as músicas.

Antes mesmo de lançar o título, alguns trailers mostravam Marin cantando, e muitos não sabiam que aquela música foi criada especialmente para Link’s Awakening, parecia uma canção de alguma cantora japonesa.

Veredito

The Legend of Zelda: Link’s Awakening gerou uma hype enorme ao redor do mundo, eu estava muito ansiosa e animada para ver como o jogo iria ficar. Ao iniciar o jogo logo me apaixonei, pelos gráficos fofos, pela trilha sonora, pelos personagens, até os bosses é impossível não gostar deles.

Durante o jogo muitas, e muitas, mas muitas vezes mesmo, o jogo sofre slowdown, ao andar por locais com muita grama, entrar e sair das cavernas e das casas, na passada de mapa também, isso atrapalha um pouco ( o que eu espero que tenha uma atualização logo para correção), e uma das coisas que estranhei de começo é que a câmera tem o foco no personagem, pegando um pouco do cenário, o restante à sua volta fica fosco, mas acostuma conforme jogamos.

O game é uma obra-prima da Nintendo e da Grezzo para os fãs, escolheram o jogo certo para os gráficos que utilizaram, acredito que não são muitos jogos que ficariam tão bons num remake como esse.

A Nintendo Squad não tem (ainda) sistemas de notas nas análises, mas esse tenho que deixar escrito que ganharia 10/10, como fã é claro. Levando em conta os legs 9/10.

Se você está jogando o game, comente o que está achando. Se você ainda não jogou, não perca tempo!

Nintendo Squad.

2 thoughts on “Análise: The Legend of Zelda Link’s Awakening (Remake)

  1. Se não se importa, colocarei aqui o pequeno “review” que coloquei no meu facebook.

    “The Legend of Zelda – Link’s Awakening” é um jogo incrível, cheio de informação, de dificuldades e enigmas. Além disso, possui músicas divertidas e já conhecidas para nós fãs, e falando em conhecidas… tem diversos personagens famosos do mundo do Super Mário, como o Yoshi, os Goombas, os Shy Guy, etc.

    Apesar de ser um jogo relativamente pequeno ele possui muitas informações e a cada descoberta seu personagem vai ficando cada vez mais forte.

    O jogo possui muita ação é claro, mas o forte são os quebra-cabeça costumeiro da saga “The Legend of Zelda”. Eu adorei cada minuto jogado nele e com certeza volto a jogar e espero me lembrar de como se passar cada dificuldade hauahuahu.

    A propósito, eu não cheguei a jogar o jogo clássico, mas depois de zerar este me deu uma vontade imensa de visitar os gráficos clássicos do game boy.

    Última coisa a declarar: Achei o final triste 😦

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